“Sei lá” e “Não sei”. Acho que este tem sido eu, no último mês. A confusão personificada. Na minha grande chance de falar sobre o assunto, tudo que tenho é um reticente “Sei lá” e um aéreo “Não sei.
“Que a música que eu ouço ao longe, seja linda ainda que de tristeza, que as pessoas que eu amo sejam para sempre amadas, mesmo que distantes.. Porque metade de mim é partida, mas a outra metade é saudade.
“Só que muitas vezes eu preciso de cuidado e atenção e não sei pedir. Sei lá, acho que a pessoa tem que se dar conta. Não dá pra querer que o outro perceba o que você quer ou precisa, sei disso. Mas prefiro não falar nem pedir, por isso simplesmente deixo. Então, vejo que a pessoa não se deu conta e isso me emputece. Errado? Sim. Mas não acerto sempre, nem quase sempre, nem nunca. Eu vivo errando, afinal, a gente tá aqui pra isso, não é? Para errar, fazer certo, buscar o que nem sabemos direito.
Uma das coisas mais difíceis é encarar a verdade, pois ela machuca. As pessoas pensam que querem a verdade, mas será que realmente querem?
(via rain-of-march)
“A gente vira borboleta quando é pra ser.
Não adianta antecipar a formação do casulo.